segunda-feira, 28 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
LIDERANÇA DE RESULTADOS
Muitos livros já foram escritos, muitas palestras já foram ministradas, grandes nomes já falaram sobre o tema liderança, então nada tenho de novo a dizer, há não ser que somos seres que precisam constantemente ser lembrados das coisas simples, mas importantes em nossas vidas, que podem fazer toda a diferença durante a nossa trajetória pessoal e profissional.
Liderança é a arte de influenciar pessoas a executar algo de livre vontade com propósito estabelecido para o bem comum.
Muitas pessoas pensam que são líderes por exercerem um cargo de gerência dentro de determinada organização, acabam por frustrar inúmeras vezes muitos colaboradores, chegando até perde-los, por não terem um perfil de líder.
Esses “gerentes”, que sempre fazem questão de dizer ao colaborador: “Eu mandei fazer assim e pronto, eu sou o Gerente”!Não compreenderam que estão vivendo no século passado!
Em primeiro lugar apenas coisas são gerenciadas, você pode gerenciar contas, materiais, imóveis, mas pessoas nunca! Pessoas você não gerencia, você lidera!
Já tive o desprazer de conhecer alguém assim, e infelizmente, quantos colaboradores de altíssimo potencial esse “gerente” perdeu.
A verdadeira liderança de resultados é pautada em evidenciar as pessoas e não os resultados por si só, pois os resultados dependem das pessoas!
Os maiores líderes que deixaram sua contribuição para a humanidade sabiam disso, por isso foram os maiores. Não se consegue nada além de antipatia, através da tirania.
Um verdadeiro líder se preocupa com os seus liderados, sabe o que significa a palavra autoridade, pois autoridade se conquista, enquanto autoritarismo se impõe.
A melhor forma de ensinar alguém e obter o melhor dessa pessoa, ou seja, a única forma, sem dúvidas é através do exemplo.
As pessoas seguem um líder, não apenas pelo que ele faz, mas pelo que ele é!
“Eu ensino o que sei, mas reproduzo o que sou (John Maxwell)”, os líderes compreendem que a ação das pessoas não está ligada em primeira estância a razão, mas a emoção, pois as pessoas até dizem o que pensam, mas agem pelo que sentem.
Se o líder quer alcançar cada vez metas maiores deve compreender o fato de que o maior capital é e sempre será o capital humano.
Portanto liderança de resultados só é possível através de valores!
Se você quer ser um líder melhor a cada dia, aqui vão algumas dicas:
- Dê atenção ao mais simples colaborador, saiba ouvir, elogie sempre, exerça uma liderança compartilhada, os gansos nos ensinam isso, o líder vai a frente do grupo, recebendo o maior impacto do vento, para que os que vem atrás voem com mais tranqüilidade, porém , de tempos em tempos durante o vôo , ele deixa que outro ganso execute aquela tarefa, exercendo assim a liderança compartilhada, dessa maneira um líder faz com que toda a sua equipe possa demonstrar o seu potencial, valorize as tarefas executadas, de sempre o feedback começando por elogiar a pessoa, e se a pessoa cometeu algo que o desagradou, lembre-se de relatar da melhor maneira possível somente o evento, pois a pessoa é muito mais do que o evento, diga sempre a verdade, porem saiba como dize-la , pois a maneira como se diz as vezes é mais importante do que o que se diz, aja sempre como aqueles que o influenciaram ao longo de sua vida, se refletir sobre isso vai ver que quem mais teve influência sobre você líder, foram pessoas simples e próximas em que você confiava e amava, portanto na arte de liderar prime pelos valores: verdade, confiança, lealdade, bondade , amor e fé, esses são somente alguns dos valores do líder que mais influenciou pessoas no mundo inteiro, JESUS.
Paula Dorfer
Paula Dorfer é Palestrante, Colunista e Co-Editora do Jornal Boas Idéias Grandes Negócios, especialista em desenvolvimento humano e no gerenciamento de relações entre empresas e pessoas.
quinta-feira, 17 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
A ARTE DE LIDERAR

Adam Smith é conhecido por ser o autor do livro A Riqueza das Nações, que foi a primeira obra séria sobre economia. O que poucos sabem é que Smith não era economista, e sim filósofo social, e que seu livro mais importante não é o A Riqueza, dedicado à economia, mas outro, cujo foco é a essência do ser humano, chamado Teoria dos Sentimentos Morais.
O filósofo escocês, que viveu no século 18 e foi um dos melhores representantes do iluminismo escocês, primeiro se aprofunda nas características do ser humano para depois justificar seu progresso social. Na Teoria, por exemplo, ele diz que o caráter das pessoas é fundamental para a construção de uma sociedade próspera. Explica que há, dentro do ser humano, um instinto de autopreservação que o faz comportar-se de maneira egoísta, mas que ele desenvolve bases morais que permitirão que cada pessoa cuide do coletivo ao cuidar de si mesma.
Líderes admiráveis vivem em função do grupo
Por isso, líderes admiráveis não demonstram ter agenda pessoal, pois vivem em função dos objetivos que pertencem ao conjunto. A principal marca desse líder é a humildade.
Ser humilde significa aceitar seus limites, respeitar as diferenças, reconhecer os méritos do outro e, acima de tudo, ter a consciência do quanto ainda tem para aprender. A humildade do líder se manifesta, ainda, por uma de suas marcas mais fortes: a disponibilidade.
Quer dizer que é o líder que está à disposição da equipe, e não o contrário, o que aumenta significativamente o comprometimento de todos. Visto por esse ângulo, liderar é um ato de humildade.
Adam Smith insistia que os sistemas políticos e econômicos só são sustentáveis se tiverem alicerces morais, e dizia que toda transação comercial tem o desafio de ser benéfica para ambas as partes. Relações humanas de qualquer natureza não se sustentam se construídas em pântanos de arrogância e menosprezo, mas crescem e duram quando edificadas no terreno sólido da humildade e da humanidade. A história dos governos, nações e empresas continua dando razão ao velho escocês.
O filósofo escocês, que viveu no século 18 e foi um dos melhores representantes do iluminismo escocês, primeiro se aprofunda nas características do ser humano para depois justificar seu progresso social. Na Teoria, por exemplo, ele diz que o caráter das pessoas é fundamental para a construção de uma sociedade próspera. Explica que há, dentro do ser humano, um instinto de autopreservação que o faz comportar-se de maneira egoísta, mas que ele desenvolve bases morais que permitirão que cada pessoa cuide do coletivo ao cuidar de si mesma.
Líderes admiráveis vivem em função do grupo
Por isso, líderes admiráveis não demonstram ter agenda pessoal, pois vivem em função dos objetivos que pertencem ao conjunto. A principal marca desse líder é a humildade.
Ser humilde significa aceitar seus limites, respeitar as diferenças, reconhecer os méritos do outro e, acima de tudo, ter a consciência do quanto ainda tem para aprender. A humildade do líder se manifesta, ainda, por uma de suas marcas mais fortes: a disponibilidade.
Quer dizer que é o líder que está à disposição da equipe, e não o contrário, o que aumenta significativamente o comprometimento de todos. Visto por esse ângulo, liderar é um ato de humildade.
Adam Smith insistia que os sistemas políticos e econômicos só são sustentáveis se tiverem alicerces morais, e dizia que toda transação comercial tem o desafio de ser benéfica para ambas as partes. Relações humanas de qualquer natureza não se sustentam se construídas em pântanos de arrogância e menosprezo, mas crescem e duram quando edificadas no terreno sólido da humildade e da humanidade. A história dos governos, nações e empresas continua dando razão ao velho escocês.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Como ser um líder inspirador
Líderes sabem que a inspiração é essencial à alma
Eugenio Mussak (undefined) 11/03/2009
Inspirar pessoas comuns pode levá-las a fazer coisas incomuns. Dizem que essa é uma competência de líderes especiais, mas a notícia boa é que é possível aprender a arte. Um trabalho de qualquer natureza pode ser feito de maneira inspirada, ou não. Quem está inspirado faz coisas melhores, tem mais comprometimento, acredita que o resultado de seu trabalho é importante, busca a excelência. Por isso fala-se que líderes devem desenvolver a capacidade de inspirar pessoas. Mas como é que se faz isso, exatamente? Vejamos um bom exemplo. Eu estava em Nova York no dia da posse de Obama e procurei acompanhar, por meio da maciça cobertura da imprensa, o que ele fazia e dizia, bem como a reação das pessoas.
Percebi que sua firmeza e sua sinceridade ao falar impressionam, mesmo que fale obviedades. Ao contrário do discurso da vitória, que entrou para a história, o da posse foi simples, sem grandes promessas ou soluções infalíveis, mas teve o poder de inspirar os americanos, porque ele disse o que as pessoas precisavam ouvir: que é necessário mudar, que o destino da humanidade é um só, que é necessário cuidar do próprio quintal, que temos de olhar o longo prazo e que, sim, nós podemos (yes, we can). Obama prometeu em seu discurso de posse duas coisas: que faria a parte dele, nesse momento de mudança, e que trataria de elevar o nível da política. Ou seja, ele apresentou um sonho compreensível e convidou os americanos a realizá-lo. Era outra a América pós-20 de janeiro.
Para você começar, três componentes são fundamentais para inspirar sua equipe ou os colegas que orbitam em seu entorno: ter uma ideia relevante, acreditar profundamente nela e ser dotado de boa capacidade de comunicação. A química desses atributos pode fazer a alquimia da transformação. Líderes que inspiram têm legitimidade, ou seja, não dizem uma coisa e fazem outra. Demonstram que são confi áveis e que sabem o que estão fazendo. Representam causas, têm os olhos postos no horizonte e falam com sinceridade. Grandes líderes sabem que, se a respiração é vital ao corpo, a inspiração é essencial à alma.
Percebi que sua firmeza e sua sinceridade ao falar impressionam, mesmo que fale obviedades. Ao contrário do discurso da vitória, que entrou para a história, o da posse foi simples, sem grandes promessas ou soluções infalíveis, mas teve o poder de inspirar os americanos, porque ele disse o que as pessoas precisavam ouvir: que é necessário mudar, que o destino da humanidade é um só, que é necessário cuidar do próprio quintal, que temos de olhar o longo prazo e que, sim, nós podemos (yes, we can). Obama prometeu em seu discurso de posse duas coisas: que faria a parte dele, nesse momento de mudança, e que trataria de elevar o nível da política. Ou seja, ele apresentou um sonho compreensível e convidou os americanos a realizá-lo. Era outra a América pós-20 de janeiro.
Para você começar, três componentes são fundamentais para inspirar sua equipe ou os colegas que orbitam em seu entorno: ter uma ideia relevante, acreditar profundamente nela e ser dotado de boa capacidade de comunicação. A química desses atributos pode fazer a alquimia da transformação. Líderes que inspiram têm legitimidade, ou seja, não dizem uma coisa e fazem outra. Demonstram que são confi áveis e que sabem o que estão fazendo. Representam causas, têm os olhos postos no horizonte e falam com sinceridade. Grandes líderes sabem que, se a respiração é vital ao corpo, a inspiração é essencial à alma.
Eugenio Mussak é professor do MBA da FIA e consultor da Sapiens Sapiens. E-mail: eugênio@ssdi.com.br
quarta-feira, 2 de março de 2011
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