terça-feira, 27 de setembro de 2011

Características de um líder



qui
22
abr
2010
Categoria: DestaquesLiderança
O papel de um líder talvez seja um dos assuntos mais discutidos quando se fala de gestão. Pelo menos aqui no Saia do Lugar, o termo ‘liderança’ há tempos é a porta de entrada pra quem vem pelo Google.
Nós já falamos muito (muito mesmo) sobre liderança aqui: desde os conceitos básicos, ascaracterísticas e dicas para o dia-a-dia. Porém, faltou falar sobre as características intrínsecas a um líder, as que independem de cargo, posição hierárquica ou até experiência.
Liderança: inspirando e transpirando
As características intrínsecas a um líder, esteja ele em qualquer cargo, profissão ou continente:
Inspiração
O líder é aquela pessoa que você quer ser quando crescer, porque ela inspira o impossível em você. Quem nunca quis ser o He-Man, o cara que lutava contra as injustiças por acreditar no bem?
Todos sabem que poucos chefes são realmente inspiradores, mas quantos funcionários estabelecem a postura necessária para reverter isso? Se você acredita no que faz, é sua função puxar a responsabilidade pra si e fazer acontecer. Com isso, não só o reconhecimento surgirá (e talvez daí surja um chefe), como também você poderá inspirar as pessoas ao seu redor pra darem o melhor de si. Isso é liderança.
Transpiração
Um líder talvez seja colocado mais à prova que outros perfis de pessoas, porque é ele quem puxa a responsabilidade e aceita as consequências. Por isso, muita transpiração é essencial a ele.
Além disso, o líder deve dar o exemplo – ninguém será inspirado por ele se não for ele a primeira pessoa a dar o sangue pela causa, a fazer sacrifícios ou simplesmente a ter coragem de ‘dar a cara a tapa’.
Escolher as pessoas certas
Apesar de apenas os chefes poderem escolher a dedo quem serão seus subordinados, os líderes têm a opção de trazer pra perto de si aquelas pessoas naturalmente motivadas, aquelas que não precisam de alguém pra convencê-los a fazer algo.
Direção e espaço criativo
Gerentes administram as atividades e o tempo de seus subordinados, muitas vezes colocando uma coleira em cada um deles e limitando seu poder criativo.
Líderes fornecem uma visão e estimulam a criatividade e colaboração dos seus liderados rumo a esse objetivo maior. Depois disso, eles saem do caminho e fazem os esforços convergirem para esse lugar comum.
Gosto muita dessa frase: “Não é papel do líder motivar, mas sim escolher pessoas motivadas, dar-lhes um norte e trabalhar forte para não desmotivá-las”.
E você, vive essa realidade? Anda praticando sua liderança?
Abraços,
Luiz Piovesana (lutando pra inspirar tanto quanto o cachorrinho da foto)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Você sabe qual é o seu estilo de liderança?



06 set
2011
Torne-se mais consciente das suas características de líder
Os líderes continuam perseguindo resultados sem levar em conta que seus liderados são os maiores responsáveis por resultados duradouros e com qualidade. Alguns líderes investem tempo em autoconhecimento, mas são poucos os que tentam conhecer seus liderados e, assim, poder usar essas informações e características para auxiliar a buscar a meta da empresa.
Cada um de nós possui uma personalidade que é expressa pela forma como interagimos com o mundo, pelo modo que nos comunicamos e também como tomamos as nossas decisões. Assim como o corpo humano depende da espinha dorsal para adquirir uma estrutura, a psique necessita do temperamento para definir suas particularidades. Nascemos com um determinado temperamento e o mantemos durante toda a vida. O temperamento é a essência de nossa personalidade.
Com base nos trabalhos pioneiros sobre personalidade de Carl G. Jung, os pesquisadores americanos Isabel Myers e David Kersey contribuíram e ampliaram significativamente esse conhecimento, a ponto de terem criado instrumentos de identificação. Isabel Myers e sua mãe, Katharine Briggs, desenvolveram o MBTI (da sigla, Myers Briggs Type Indicator) que identifica 16 tipos de personalidades. A partir desse estudo, David Kersey criou o Sorter, que reuniu os 16 tipos de personalidades de Myers e agrupou em quatro temperamentos.
Estes são os quatro temperamentos: Artesãos, Guardiões, Idealistas e Racionais. Para cada um deles há um estilo de liderança, de trabalho de aprendizagem e a forma de contribuir para o time. Pesquisas com executivos brasileiros apontam que aproximadamente 50% dos líderes são Guardiões, 25% são Racionais, 15% são Artesãos e 10% são Idealistas. Para mais informações sobre essa pesquisa, acesse o site www.fellipelli.com.br.
  • Os Guardiões possuem um estilo de liderança tradicionalista, estabilizador, conservador e logístico – sabem onde buscar e como reunir meios e recursos para atingir metas;
  • Os Racionais possuem um estilo de liderança estratégico, visionário, construtor de sistemas e pragmático – identificam os meios e os recursos para atingir determinados fins;
  • Os Artesãos possuem um estilo de liderança tático, negociador, impulsivo e são ótimos vendedores de ideias – sabem a maneira adequada de seduzir e motivar as pessoas para um determinado fim;
  • E por último, os Idealistas possuem um estilo de liderança harmonizador, catalizador, inspirador e diplomático – reconhecem facilmente os pontos fortes e as vulnerabilidades dos liderados na busca por um determinado objetivo.
Dicaduka é que você responda o teste dos temperamentos de David Kersey através do linkhttp://brainsandcareers.com/ptest.html. Uma melhor consciência sobre o seu temperamento poderá contribuir para um estilo de liderança mais efetivo e colaborativo. Em seguida, peça aos seus liderados que também respondam e depois conversem sobre as oportunidades de comunicação e as melhores formas de buscar os resultados.

Paulo Campos / 2011.09.06

Você sabe qual é o seu estilo de liderança?

Você sabe qual é o seu estilo de liderança?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Diversidade e conflito, os temperos do trabalho em equipe #Leila Navarro




O que é melhor para o líder de uma equipe de trabalho: que seus integrantes se entendam tão bem que quase se comunicam por telepatia ou que tenham idéias e atitudes muito diferentes, gerando conflitos de pontos de vista? 

Se você preferiu a primeira alternativa, sou obrigada a discordar da sua opinião. Acredito que uma equipe harmoniosa, em que todos adoram trabalhar juntos e se entendem maravilhosamente, pode até produzir um ambiente muito agradável. Porém, isso não é garantia de que as iniciativas que ela toma ou as soluções que encontra para os problemas sejam as mais inovadoras. 

Muitos líderes enxergam o conflito como algo indesejável, uma erva daninha que precisa ser a todo custo combatida, quando na verdade ele é o combustível da criatividade e da quebra de paradigmas. Não falo do conflito agudo que coloca a equipe em pé de guerra, mas daquele que surge do questionamento de idéias e do debate de opiniões. Será que existe algo mais saudável para o trabalho em equipe do que uma boa discussão, em que pontos de vista divergentes são colocados e criticamente analisados? 

É no calor do conflito que, muitas vezes, surgem idéias que quebram paradigmas. Afinal, se elas não fossem ousadas e inovadoras, não provocariam resistências nem discussões. E para que as discussões aconteçam, é preciso valorizar a diversidade de tipos humanos que compõem as equipes, pois cada um tem o seu papel e todos os papéis são importantes. 

Todo grupo tem aquele integrante que fala mais que os outros. Nas reuniões, ele contribui com muita informação e idéias, algumas até estapafúrdias, mas não se inibe em falar tudo o que lhe vem à cabeça. Muitas idéias do falante são criticadas pelo objetivo, aquele que não brinca em serviço e não perde o foco. Enquanto o objetivo e o falante polemizam, o metódico tenta pôr uma ordem no trabalho da equipe e avaliar todas as sugestões, pois só com uma boa análise se pode decidir o que é válido e o que pode ser descartado. Então o apressado começa a pressionar o grupo para ser mais produtivo, pois pelo andar da carruagem o prazo para concluir o projeto irá estourar. Vem o cauteloso criticar o apressado, dizendo que ninguém encontra boas soluções sem ponderar muito bem os prós e contras de cada idéia. O questionador pede a palavra e coloca com muita clareza o que pensa, mesmo que isso signifique criticar a conduta ou as idéias dos colegas. O debate esquenta e o líder tem de atacar de conciliador, pois ninguém está se entendendo e o grupo precisa chegar a um consenso... 

E assim transcorre o autêntico trabalho em equipe, que chega a ser tumultuado às vezes, mas é tão fértil em idéias, em análises, em questionamentos! Se o líder vê esses conflitos como conseqüência natural da diversidade do grupo e sabe tirar proveito dela, tem tudo para conduzir sua equipe aos melhores resultados. Afinal, no meio de um debate, quando menos se espera, alguém pode ter o grande insight que encerra as discussões e deixa todos satisfeitos. Por outro lado, se o líder fica muito preocupado em manter a harmonia do grupo e não permite que as pessoas conflitem, todos são induzidos a concordar uns com os outros e reprimem opiniões valiosas. A reunião fica muito fluída e cheia de gentilezas, mas pobre em discussões e idéias que quebram paradigmas. 

Nesse mundo de quase 7 bilhões de pessoas, não há um só ser humano igual a outro. Ninguém é igual a você! A diversidade de comportamentos, visões de mundo, idéias, experiência e atitudes é que faz o planeta ser tão cheio de possibilidades. Compreender esse fato e ser capaz de lidar com ele é uma das coisas que fazem diferença numa equipe, numa empresa, num negócio ou mesmo numa carreira individual, proporcionando a sementeira para as idéias inovadoras que movimentam o mundo. 

Cada vez mais, a habilidade de relacionamento na diversidade é necessária e precisa ser valorizada, a começar pelos líderes. Graças a ela, falantes e objetivos, metódicos e apressados, questionadores, conciliadores e outros tantos tipos humanos que encontramos por aí podem trabalhar juntos, contribuindo com suas opiniões e defendendo seus pontos de vista. E mesmo que eles torçam o nariz uns para os outros enquanto debatem idéias, tudo bem: no final do trabalho, é bem provável que cheguem a um consenso – e aí vão todos comemorar seu sucesso com um happy-hour depois do expediente. Afinal, numa equipe como essa, todos conhecem e praticam o lema da diversidade: "O fato de eu não aceitar a sua idéia não significa que eu não aceito você". 

*Leila Navarro é coach, escritora e palestrante há mais de 10 anos, tendo consolidado, neste tempo, um forte nome no Brasil e no exterior. Ao abordar temas Comportamentais, de Liderança, Gestão de Pessoas, Vendas e Empreendedorismo, já teve suas palestras assistidas por mais de um milhão de pessoas e hoje integra o ranking dos 20 maiores palestrantes do Brasil, segundo a Revista Veja. Além disso, já ganhou por duas vezes o Prêmio dos 100 Melhores Fornecedores de RH – Categoria Palestrante do Ano (2005 e 2009).


Fonte:Diversidade e conflito, os temperos do trabalho em equipe – Leila Navarro - Jornal Carreira e Sucesso

quinta-feira, 24 de março de 2011

LIDERANÇA DE RESULTADOS

Muitos livros já foram escritos, muitas palestras já foram ministradas, grandes nomes já falaram sobre o tema liderança, então nada tenho de novo a dizer, há não ser que somos seres que precisam constantemente ser lembrados das coisas simples, mas importantes em nossas vidas, que podem fazer toda a diferença durante a nossa trajetória pessoal e profissional.


Liderança é a arte de influenciar pessoas a executar algo de livre vontade com propósito estabelecido para o bem comum.

Muitas pessoas pensam que são líderes por exercerem um cargo de gerência dentro de determinada organização, acabam por frustrar inúmeras vezes muitos colaboradores, chegando até perde-los, por não terem um perfil de líder.

Esses “gerentes”, que sempre fazem questão de dizer ao colaborador: “Eu mandei fazer assim e pronto, eu sou o Gerente”!Não compreenderam que estão vivendo no século passado!

Em primeiro lugar apenas coisas são gerenciadas, você pode gerenciar contas, materiais, imóveis, mas pessoas nunca! Pessoas você não gerencia, você lidera!

Já tive o desprazer de conhecer alguém assim, e infelizmente, quantos colaboradores de altíssimo potencial esse “gerente” perdeu.

A verdadeira liderança de resultados é pautada em evidenciar as pessoas e não os resultados por si só, pois os resultados dependem das pessoas!

Os maiores líderes que deixaram sua contribuição para a humanidade sabiam disso, por isso foram os maiores. Não se consegue nada além de antipatia, através da tirania.

Um verdadeiro líder se preocupa com os seus liderados, sabe o que significa a palavra autoridade, pois autoridade se conquista, enquanto autoritarismo se impõe.

A melhor forma de ensinar alguém e obter o melhor dessa pessoa, ou seja, a única forma, sem dúvidas é através do exemplo.

As pessoas seguem um líder, não apenas pelo que ele faz, mas pelo que ele é!

“Eu ensino o que sei, mas reproduzo o que sou (John Maxwell)”, os líderes compreendem que a ação das pessoas não está ligada em primeira estância a razão, mas a emoção, pois as pessoas até dizem o que pensam, mas agem pelo que sentem.

Se o líder quer alcançar cada vez metas maiores deve compreender o fato de que o maior capital é e sempre será o capital humano.

Portanto liderança de resultados só é possível através de valores!

Se você quer ser um líder melhor a cada dia, aqui vão algumas dicas:
- Dê atenção ao mais simples colaborador, saiba ouvir, elogie sempre, exerça uma liderança compartilhada, os gansos nos ensinam isso, o líder vai a frente do grupo, recebendo o maior impacto do vento, para que os que vem atrás voem com mais tranqüilidade, porém , de tempos em tempos durante o vôo , ele deixa que outro ganso execute aquela tarefa, exercendo assim a liderança compartilhada, dessa maneira um líder faz com que toda a sua equipe possa demonstrar o seu potencial, valorize as tarefas executadas, de sempre o feedback começando por elogiar a pessoa, e se a pessoa cometeu algo que o desagradou, lembre-se de relatar da melhor maneira possível somente o evento, pois a pessoa é muito mais do que o evento, diga sempre a verdade, porem saiba como dize-la , pois a maneira como se diz as vezes é mais importante do que o que se diz, aja sempre como aqueles que o influenciaram ao longo de sua vida, se refletir sobre isso vai ver que quem mais teve influência sobre você líder, foram pessoas simples e próximas em que você confiava e amava, portanto na arte de liderar prime pelos valores: verdade, confiança, lealdade, bondade , amor e fé, esses são somente alguns dos valores do líder que mais influenciou pessoas no mundo inteiro, JESUS.

Paula Dorfer

Paula Dorfer é Palestrante, Colunista e Co-Editora do Jornal Boas Idéias Grandes Negócios, especialista em desenvolvimento humano e no gerenciamento de relações entre empresas e pessoas.

quarta-feira, 16 de março de 2011

A ARTE DE LIDERAR




 - Crédito: 1 Daniel Moreno / 2 Baptistão
Adam Smith é conhecido por ser o autor do livro A Riqueza das Nações, que foi a primeira obra séria sobre economia. O que poucos sabem é que Smith não era economista, e sim filósofo social, e que seu livro mais importante não é o A Riqueza, dedicado à economia, mas outro, cujo foco é a essência do ser humano, chamado Teoria dos Sentimentos Morais

O filósofo escocês, que viveu no século 18 e foi um dos melhores representantes do iluminismo escocês, primeiro se aprofunda nas características do ser humano para depois justificar seu progresso social. Na Teoria, por exemplo, ele diz que o caráter das pessoas é fundamental para a construção de uma sociedade próspera. Explica que há, dentro do ser humano, um instinto de autopreservação que o faz comportar-se de maneira egoísta, mas que ele desenvolve bases morais que permitirão que cada pessoa cuide do coletivo ao cuidar de si mesma. 

Líderes admiráveis vivem em função do grupo 
Por isso, líderes admiráveis não demonstram ter agenda pessoal, pois vivem em função dos objetivos que pertencem ao conjunto. A principal marca desse líder é a humildade. 

Ser humilde significa aceitar seus limites, respeitar as diferenças, reconhecer os méritos do outro e, acima de tudo, ter a consciência do quanto ainda tem para aprender. A humildade do líder se manifesta, ainda, por uma de suas marcas mais fortes: a disponibilidade. 

Quer dizer que é o líder que está à disposição da equipe, e não o contrário, o que aumenta significativamente o comprometimento de todos. Visto por esse ângulo, liderar é um ato de humildade. 

Adam Smith insistia que os sistemas políticos e econômicos só são sustentáveis se tiverem alicerces morais, e dizia que toda transação comercial tem o desafio de ser benéfica para ambas as partes. Relações humanas de qualquer natureza não se sustentam se construídas em pântanos de arrogância e menosprezo, mas crescem e duram quando edificadas no terreno sólido da humildade e da humanidade. A história dos governos, nações e empresas continua dando razão ao velho escocês. 

quinta-feira, 3 de março de 2011

Como ser um líder inspirador


Líderes sabem que a inspiração é essencial à alma

Eugenio Mussak (undefined)  11/03/2009
Inspirar pessoas comuns pode levá-las a fazer coisas incomuns. Dizem que essa é uma competência de líderes especiais, mas a notícia boa é que é possível aprender a arte. Um trabalho de qualquer natureza pode ser feito de maneira inspirada, ou não. Quem está inspirado faz coisas melhores, tem mais comprometimento, acredita que o resultado de seu trabalho é importante, busca a excelência. Por isso fala-se que líderes devem desenvolver a capacidade de “inspirar pessoas”. Mas como é que se faz isso, exatamente? Vejamos um bom exemplo. Eu estava em Nova York no dia da posse de Obama e procurei acompanhar, por meio da maciça cobertura da imprensa, o que ele fazia e dizia, bem como a reação das pessoas.

Percebi que sua firmeza e sua sinceridade ao falar impressionam, mesmo que fale obviedades. Ao contrário do discurso da vitória, que entrou para a história, o da posse foi simples, sem grandes promessas ou soluções infalíveis, mas teve o poder de inspirar os americanos, porque ele disse o que as pessoas precisavam ouvir: que é necessário mudar, que o destino da humanidade é um só, que é necessário cuidar do próprio quintal, que temos de olhar o longo prazo e que, sim, nós podemos (yes, we can). Obama prometeu em seu discurso de posse duas coisas: que faria a parte dele, nesse momento de mudança, e que trataria de elevar o nível da política. Ou seja, ele apresentou um sonho compreensível e convidou os americanos a realizá-lo. Era outra a América pós-20 de janeiro.

Para você começar, três componentes são fundamentais para inspirar sua equipe ou os colegas que orbitam em seu entorno: ter uma ideia relevante, acreditar profundamente nela e ser dotado de boa capacidade de comunicação. A química desses atributos pode fazer a alquimia da transformação. Líderes que inspiram têm legitimidade, ou seja, não dizem uma coisa e fazem outra. Demonstram que são confi áveis e que sabem o que estão fazendo. Representam causas, têm os olhos postos no horizonte e falam com sinceridade. Grandes líderes sabem que, se a respiração é vital ao corpo, a inspiração é essencial à alma.
Eugenio Mussak é professor do MBA da FIA e consultor da Sapiens Sapiens. E-mail: eugênio@ssdi.com.br