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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Qual é seu perfil no trabalho?
Estudo ensina como identificar, gerenciar e motivar os três estilos de profissionais que toda empresa tem
Fernanda Bottoni (undefined) 12/08/2009
Toda companhia tem profissionais ambiciosos, acomodados e os chamados cimentos sociais, aqueles que integram todos os tipos. Os três grupos são essenciais e estão presentes em praticamente todas as empresas. Essa foi a conclusão do estudo Segmentação Atitudinal de Funcionários, desenvolvido pelo GFK, um dos maiores grupos de pesquisa de mercado do mundo, com base em mais de 2 000 entrevistas com empresas de grande porte do Brasil. As informações sobre cada perfil podem ajudá-lo a identificar, gerenciar e motivar sua equipe. Além disso, você pode descobrir qual é seu próprio estilo e saber como usá-lo a seu favor.
TIPO AMBICIOSO
O ambicioso busca ascensão na carreira, gosta de se exibir e se preocupa com a imagem. Esse profissional não tem apego à empresa nem ao cargo. Se a concorrência oferecer mais, ele aceita. Apesar disso, é um profissional essencial a qualquer equipe, porque tem muitas ideias, é altamente produtivo e adora bater metas. O gestor que quiser motivar um ambicioso deve valorizar suas conquistas com programas de bonificação e premiação interna. “Esse funcionário deve receber uma recompensa financeira vinculada à realização de desafios, que precisam ser concretos e mensuráveis”, diz Aníbal Calbucci, diretor de recursos humanos do laboratório farmacêutico Bristol-Myers Squibb. Se a empresa não oferecer remuneração variável, vale buscar outros mecanismos para reconhecer esse profissional. Uma sugestão é parabenizá-lo verbal e publicamente por suas conquistas. Se você é do tipo ambicioso, a dica é buscar empresas que valorizem ideias inovadoras, promovam a competição interna e saibam premiar quem atinge as metas. Você vai se sentir valorizado e entregar mais resultados, até que uma nova proposta apareça e você corra atrás de um desafio mais interessante.
O ambicioso busca ascensão na carreira, gosta de se exibir e se preocupa com a imagem. Esse profissional não tem apego à empresa nem ao cargo. Se a concorrência oferecer mais, ele aceita. Apesar disso, é um profissional essencial a qualquer equipe, porque tem muitas ideias, é altamente produtivo e adora bater metas. O gestor que quiser motivar um ambicioso deve valorizar suas conquistas com programas de bonificação e premiação interna. “Esse funcionário deve receber uma recompensa financeira vinculada à realização de desafios, que precisam ser concretos e mensuráveis”, diz Aníbal Calbucci, diretor de recursos humanos do laboratório farmacêutico Bristol-Myers Squibb. Se a empresa não oferecer remuneração variável, vale buscar outros mecanismos para reconhecer esse profissional. Uma sugestão é parabenizá-lo verbal e publicamente por suas conquistas. Se você é do tipo ambicioso, a dica é buscar empresas que valorizem ideias inovadoras, promovam a competição interna e saibam premiar quem atinge as metas. Você vai se sentir valorizado e entregar mais resultados, até que uma nova proposta apareça e você corra atrás de um desafio mais interessante.TIPO ACOMODADO
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Esse profissional tem de cinco a dez anos de casa, está adaptado à empresa e à sua função. Não é necessariamente desmotivado ou folgado, apenas não tem grandes expectativas de crescimento. “O acomodado gosta do que faz e é fiel à empresa”, diz Mario Mattos, diretor de marketing da GFK. Esse tipo se divide em dois subgrupos: os resolvidos e os frustrados. O resolvido é homem, chefe de família e tem muito tempo de empresa. Mais maduro, preocupa-se com a saúde e gosta de trabalhar. A empresa gosta da fidelidade desse profissional, o que o valoriza. Já o acomodado frustrado costuma ser jovem e ter baixa escolaridade. Em muitos casos, está desmotivado e requer atenção do gestor para não prejudicar o desempenho da equipe. O chefe que quiser motivar um acomodado precisa tirá-lo da zona de conforto, oferecendo mudanças de área ou metas desafiadoras. “Acompanhe esse profissional de perto e instigue-o”, diz Adriana Teixeira, diretora de RH da Losango. Se você é do tipo acomodado, não coloque a carreira nas mãos da empresa. Procure oportunidades de mudanças internas. Assim, você oxigena sua motivação e sua carreira sem sair do emprego — se a empresa não o despachar antes.
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Esse profissional tem de cinco a dez anos de casa, está adaptado à empresa e à sua função. Não é necessariamente desmotivado ou folgado, apenas não tem grandes expectativas de crescimento. “O acomodado gosta do que faz e é fiel à empresa”, diz Mario Mattos, diretor de marketing da GFK. Esse tipo se divide em dois subgrupos: os resolvidos e os frustrados. O resolvido é homem, chefe de família e tem muito tempo de empresa. Mais maduro, preocupa-se com a saúde e gosta de trabalhar. A empresa gosta da fidelidade desse profissional, o que o valoriza. Já o acomodado frustrado costuma ser jovem e ter baixa escolaridade. Em muitos casos, está desmotivado e requer atenção do gestor para não prejudicar o desempenho da equipe. O chefe que quiser motivar um acomodado precisa tirá-lo da zona de conforto, oferecendo mudanças de área ou metas desafiadoras. “Acompanhe esse profissional de perto e instigue-o”, diz Adriana Teixeira, diretora de RH da Losango. Se você é do tipo acomodado, não coloque a carreira nas mãos da empresa. Procure oportunidades de mudanças internas. Assim, você oxigena sua motivação e sua carreira sem sair do emprego — se a empresa não o despachar antes.
TIPO CIMENTO SOCIAL
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É aquele que une as pessoas. O cimento social atua como integrador de colegas e de equipes. Ele ajuda os recém-chegados a serem aceitos no grupo, organiza os encontros extraoficiais, como happy hours e aniversários, e é o arroz de festa das atividades comemorativas da empresa. “Esses profissionais são importantes porque quebram as barreiras entre os departamentos e diluem tensões entre as áreas”, diz Mario, da GFK. Eles têm conhecidos e amigos em todos os cantos da empresa. O gestor que quiser motivar um cimento social pode pedir a ajuda desse profissional para desenvolver, organizar e divulgar os eventos da empresa. “Uma pessoa de perfil cimento social deve ser indicada a líder dos programas de responsabilidade social da empresa, ou do grupo de qualidade de vida”, diz Aníbal, do Bristol-Myers Squibb. “Esse profissional pode ser um bom parceiro do RH ou da área de eventos, por exemplo.” Se você é do tipo cimento social, use e abuse da sua capacidade de comunicação para construir uma boa rede de relacionamentos e fique atento às oportunidades que surgem além da sua área. Tarefa simples para você.
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É aquele que une as pessoas. O cimento social atua como integrador de colegas e de equipes. Ele ajuda os recém-chegados a serem aceitos no grupo, organiza os encontros extraoficiais, como happy hours e aniversários, e é o arroz de festa das atividades comemorativas da empresa. “Esses profissionais são importantes porque quebram as barreiras entre os departamentos e diluem tensões entre as áreas”, diz Mario, da GFK. Eles têm conhecidos e amigos em todos os cantos da empresa. O gestor que quiser motivar um cimento social pode pedir a ajuda desse profissional para desenvolver, organizar e divulgar os eventos da empresa. “Uma pessoa de perfil cimento social deve ser indicada a líder dos programas de responsabilidade social da empresa, ou do grupo de qualidade de vida”, diz Aníbal, do Bristol-Myers Squibb. “Esse profissional pode ser um bom parceiro do RH ou da área de eventos, por exemplo.” Se você é do tipo cimento social, use e abuse da sua capacidade de comunicação para construir uma boa rede de relacionamentos e fique atento às oportunidades que surgem além da sua área. Tarefa simples para você.
Você é um lider?
Na medida em que você busca uma posição de liderança precisará trabalhar aspectos comportamentais em si próprio. O entendimento de como você é visto nos grupos sociais, familiares e, principalmente, profissionais pode ser de grande ajuda nessa caminhada.
Há pessoas que exercem uma liderança natural, outras que precisam aprender a fazer isso. Em grupos de líderes, inclusive. Há sempre aquele que se destaca dos outros, é sempre assim.
Para que você possa avaliar se já exerce essa aptidão de modo natural e talvez mesmo inconsciente, preparamos um exercício que irá ajudá-lo a verificar o quanto os grupos que você freqüenta o percebem exercendo uma liderança.
É preciso bastante cuidado com a forma como você vai responder e ponderar sobre cada ponto neste exercício. Lembre-se que, se você já exerce alguma função gerencial, seus subordinados poderão muito bem aparentar alguns comportamentos na linha proposta pelo exercício, mas podem ser apenas exteriorizações de respeito à função que você já exerce, ou mesmo subserviência. O ideal será você avaliar sempre o comportamento de pessoas usando um grupo referência que esteja no mesmo nível hierárquico e/ou social que você.
Seja muito crítico e honesto nas respostas, não se subestime mas também não se superestime. Em todos os grupos existem lideranças naturais e o objetivo aqui é determinar o quanto isso ocorre com você, mas lembre-se que há sempre muito mais liderados do que líderes.
Assim, as chances reais de exercer liderança são de 1 para o nº de pessoas do grupo referência. Se o grupo tiver 10 pessoas, então é uma chance em 10. Vamos lá? Marque as opções que mais se aproximam de sua realidade, some os pontos e depois confira o escore. Esse exercício não o classifica como um líder realmente, mas lhe dá uma boa idéia de como você é percebido pelas pessoas quanto a emanação natural de alguns quesitos básicos de liderança.
Assim, as chances reais de exercer liderança são de 1 para o nº de pessoas do grupo referência. Se o grupo tiver 10 pessoas, então é uma chance em 10. Vamos lá? Marque as opções que mais se aproximam de sua realidade, some os pontos e depois confira o escore. Esse exercício não o classifica como um líder realmente, mas lhe dá uma boa idéia de como você é percebido pelas pessoas quanto a emanação natural de alguns quesitos básicos de liderança.
O QUANTO VOCÊ É VISTO COMO LÍDER?
Resultado do teste:
Agora conte os pontos. 5 pontos para cada letra A, 3 pontos para cada letra B e 1 ponto para cada letra C. O máximo de pontos possíveis é de 35 pontos.
As graduações são:
Atingindo os 35 pontos: Todos os indicadores são de que você é visto como o líder do grupo que usou como referência.
As graduações são:
Atingindo os 35 pontos: Todos os indicadores são de que você é visto como o líder do grupo que usou como referência.
Entre 33 e 30 pontos: Há sinais claros de que você já exerce alguma liderança natural sobre as pessoas do grupo que usou como referência, mesmo que você não se dê conta disso.
Entre 29 e 23 pontos: Na maioria dos momentos você é percebido como exercendo uma espécie de liderança freqüente, mas circunstancial.
Entre 22 e 17 pontos: A liderança circunstancial ocorre, mas em escala bem mais simples. Você não se destaca no grupo.
Entre 16 e 10 pontos: Raramente você faz sua voz ser ouvida no grupo. É algo a ser avaliado. Pergunte-se o quanto você gosta de pertencer a esse grupo e o quanto a situação lhe é confortável.
Menos que 10 pontos: As pessoas mal percebem que você faz parte do grupo. Você não participa, não expressa sua opinião e quando o faz, provavelmente ninguém presta muita atenção. Como no item anterior, pergunte-se o quanto essa rotina lhe é confortável ou não.
Você não se deve deixar abater se o escore obtido não o agradou. Considere isso um feedback precioso de você para você mesmo. Analise os resultados, pondere e inclua tudo isso em seu plano de desenvolvimento, lembrando sempre que agora você sabe mais sobre si próprio do que sabia antes.
por , vice-presidente da Thomas International.
por , vice-presidente da Thomas International.
Teste elaborado Edson RodriguezReinaldo Polito por , vice-presidente da Thomas International.
Um LÍDER pode ter características semelhantes às de certos animais
Com qual bicho seu chefe se parece?
Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração feita pelo professor Alfredo Behrens, que também é diretor da Robert Wong Consultoria Executiva, mostra que o estilo de gestão de um líder pode ter características semelhantes às de certos animais.
Faça o teste abaixo e descubra com qual bicho o seu chefe se parece.
1) No dia a dia do escritório, o seu chefe:
a.
b. Costuma ser frio e objetivo, mas é justo com os subordinados.
c. É enérgico e muito rigoroso com quem não cumpre resultados.
d. Está sempre calmo e aberto para ouvir os problemas do time.
e. É esforçado mas não consegue inspirar a equipe.
f. Não gosta de ser contrariado e se mantém isolado
Faça o teste abaixo e descubra com qual bicho o seu chefe se parece.
1) No dia a dia do escritório, o seu chefe:
a.
b. Costuma ser frio e objetivo, mas é justo com os subordinados.
c. É enérgico e muito rigoroso com quem não cumpre resultados.
d. Está sempre calmo e aberto para ouvir os problemas do time.
e. É esforçado mas não consegue inspirar a equipe.
f. Não gosta de ser contrariado e se mantém isolado
2 ) Quando está liderando uma reunião, o seu chefe:
a.
b. Cobra metas, estabelece objetivos e motiva a equipe para cumpri-los.
c. Exige que todos se mantenham focados, não dá muito crédito para quem tem idéias diferentes das dele, mesmo que sejam boas .
d. Pede para que todos participem e descontrai o time com perguntas pessoais e elogios.
e. É humilde e muito previsível.
f. Arrogante, não deixa que ninguém contribua com novas sugestões.
b. Cobra metas, estabelece objetivos e motiva a equipe para cumpri-los.
c. Exige que todos se mantenham focados, não dá muito crédito para quem tem idéias diferentes das dele, mesmo que sejam boas .
d. Pede para que todos participem e descontrai o time com perguntas pessoais e elogios.
e. É humilde e muito previsível.
f. Arrogante, não deixa que ninguém contribua com novas sugestões.
3 ) Quando precisa conversar pessoalmente com um subordinado, o seu chefe:
a.
b. É justo e impessoal.
c. É rígido e não faz elogios.
d. É calmo e protetor.
e. É doce e compreensivo.
f. É mal humorado e irritadiço.
b. É justo e impessoal.
c. É rígido e não faz elogios.
d. É calmo e protetor.
e. É doce e compreensivo.
f. É mal humorado e irritadiço.
4) Ao cobrar resultados, o seu chefe:
a.
b. Adota uma postura rígida: pune quem não cumpriu as metas e parabeniza quem fez um bom trabalho.
c. É inflexível e incisivo com todos – mesmo aqueles que tenham alcançado bons resultados.
d. É compreensivo com quem não conseguiu cumprir as metas.
e. É muito tranqüilo. Deixa que todos expliquem por que conseguiram ou não atingir os resultados.
f. Intransigente, não aceita resultados desfavoráveis.
b. Adota uma postura rígida: pune quem não cumpriu as metas e parabeniza quem fez um bom trabalho.
c. É inflexível e incisivo com todos – mesmo aqueles que tenham alcançado bons resultados.
d. É compreensivo com quem não conseguiu cumprir as metas.
e. É muito tranqüilo. Deixa que todos expliquem por que conseguiram ou não atingir os resultados.
f. Intransigente, não aceita resultados desfavoráveis.
5) Quando precisa conversar com um superior, o seu chefe:
a.
b. Continua a ser durão, mas reconhece se foi bem ou mal sucedido em suas decisões.
c. Respeita muito a hierarquia e age com reverência quando está com um superior.
d. É bonachão e encanta os superiores com seu jeito protetor.
e. Gosta de mostrar que é muito trabalhador.
f. Não deixa ninguém chegar perto de seu superior, parece se sentir ameaçado.
b. Continua a ser durão, mas reconhece se foi bem ou mal sucedido em suas decisões.
c. Respeita muito a hierarquia e age com reverência quando está com um superior.
d. É bonachão e encanta os superiores com seu jeito protetor.
e. Gosta de mostrar que é muito trabalhador.
f. Não deixa ninguém chegar perto de seu superior, parece se sentir ameaçado.
6) Quando você tem que marcar suas férias, seu chefe:
a.
b. É justo. Se alguém da equipe já marcou as férias no período em que você escolheu, pede para que você mude seu planejamento.
c. Burocrata, pede que você siga todas as regras e procedimentos para marcar as férias.
d. Costuma lutar muito por aquilo que você pede, se for justo.
e. Só é menos compreensivo se as férias atrapalharem o andamento de um projeto.
f. Não gosta de falar sobre isso e só se envolve quando não consegue mais fugir.
b. É justo. Se alguém da equipe já marcou as férias no período em que você escolheu, pede para que você mude seu planejamento.
c. Burocrata, pede que você siga todas as regras e procedimentos para marcar as férias.
d. Costuma lutar muito por aquilo que você pede, se for justo.
e. Só é menos compreensivo se as férias atrapalharem o andamento de um projeto.
f. Não gosta de falar sobre isso e só se envolve quando não consegue mais fugir.
7) Se você pudesse escolher, o seu chefe seria:
a.
b. Adepto da meritocracia.
c. Severo.
d. Protetor.
e. Trabalhador e previsível.
f. Individualista e pouco preocupado com o time.
b. Adepto da meritocracia.
c. Severo.
d. Protetor.
e. Trabalhador e previsível.
f. Individualista e pouco preocupado com o time.
Some os resultados do teste e veja qual o perfil do seu chefe.
Resultado do teste:
Mais respostas A: Coruja
Seu chefe é equilibrado, seguro e admirado devido a sua inteligência apurada.
Seu chefe é equilibrado, seguro e admirado devido a sua inteligência apurada.
Mais respostas B: Águia
Seu chefe é durão, exigente, perspicaz e, às vezes, frio. Com senso de justiça apurado, é adepto da meritocracia.
Mais respostas C: Leão
Seu chefe é severo, exige respeito à hierarquia e precisa ter uma equipe focada. Cobra muito dos subordinados e dá pouco em troca.
Seu chefe é durão, exigente, perspicaz e, às vezes, frio. Com senso de justiça apurado, é adepto da meritocracia.
Mais respostas C: Leão
Seu chefe é severo, exige respeito à hierarquia e precisa ter uma equipe focada. Cobra muito dos subordinados e dá pouco em troca.
Mais respostas D: Vaca
Seu chefe é paternalista e protetor. Cativa a equipe e os guia para os resultados possíveis.
Seu chefe é paternalista e protetor. Cativa a equipe e os guia para os resultados possíveis.
Mais respostas E: Castor
Seu chefe é transparente, dócil, confiável e trabalhador. Mesmo assim, não inspira a equipe, que o considera previsível.
Seu chefe é transparente, dócil, confiável e trabalhador. Mesmo assim, não inspira a equipe, que o considera previsível.
Mais respostas F: UrubuÉ altamente individualista e só transmite desconfiança. Isso mantém os subordinados a quilômetros de distância.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
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